Moda surrealista na História da Arte

5 06 2008

Trabalhos! A faculdade além de ser uma empresa adoradora da ‘Musa Extorsão’ costuma arrumar mil coisas pra fazer em fim de semestre. Não sei se isso faz parte dos dogmas ou parte do próprio corpo de seguidores remunerados por ela. Está certo que pela quantia cobrada, a cada ano mais exorbitante (isso que não faço medicina…), é primordial que estimulem os acadêmicos e mais, que os desafiem. É estranho mas de forma torta talvez o consigam (em parte). Estou com uma fileira de pastas aguardando organização, desenhos para pintar, aquarelar, roupas para fazer, desfile e o trabalho que mais tem me interessado é um de História da Arte. Bingo! Fazer uma composição baseada em um movimento artístico. Adivinha? Certo! Surrealismo.

Então o que vai ser? Ainda não tive um sonho inspirador (quem sabe Freud ajudaria) mas como ando devaneando de olhos abertos penso quem sabe fazer um vestido-tela-escultura misturando desenhos, bordados alguma coisa em papel machê saindo pelo ombro com a intenção de pegar alguém de assalto. (Ins)pirações, ainda preciso delas.

Isso ajuda? … Quem sabe isso?

O que sairia daquele ovo lá em cima?

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Pernambuco

13 11 2007

“-Sou fã do SBT!!!
-E eu sou seu fã! Da onde você fala?
-EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
(eles conversam um pouco, começa a brincadeira e a guria consegue ganhar)
-Você ganhou!
-AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA”

FANTASIA (Pelo que entendi ao ler Freud, sou neurótico!)

A neurose é, em apertadíssima síntese, caracterizada por alguma compulsão ou medo infundado de alguma coisa, ou seja, a pessoa tem consciência de que aquilo pelo que passa não tem sentido, não existe, porém o medo é real, ele está presente e age, imperiosamente impedindo que realizemos alguma coisa. O que diferencia a neurose da psicose é que no segundo caso a pessoa não tem consciência que aquilo pelo que passa é irreal.
A cura da neurose só pode ser feita pela própria pessoa, o psicanalista só ajuda. Busca-se no incosciente aquilo que, recalcadamente, faz gerar o medo ou a compulsão. Então, extravazado ou sublimado (feito de um modo pelo qual o super-ego entenda como melhor que o infra-ego supôs ser) o que fora recalcado, a neurose passa da inconsciência à inexistência.
O sonho, manifestação da incosciência, nos da a impressão de ser absurdo, por vezes a “sabedoria” popular o caracteriza de várias maneiras, tal como o sonho sobre a morte de alguém que “significa” que este alguém terá vida longa. Ele só se bronzeia de modo a enganar as barreiras do super-ego (censura) e nos apresenta todo esquisitão, fragmentado. Não há criações no sonho, tudo do sonho foi visto, o que são criadas são as formas, as atitudes, de tal sorte que várias vezes significam alguma coisa que nossos instintos mais egoístas desejaram muito, mas teve que ser ou simplesmente foi suprimido. Aí a chave da nossa neurose…

Somos todos meio neuróticos, em suma. Todos!