India #1

3 04 2008

Na maior cara de pau, vou copiar a idéia do Cegos, Surdos e Loucos. O problema é que esse clipe, com legenda, não pode ficar sem um comentário.

Bollywood – É a indústria do cinema indiano, lá são cometidas as maiores produções cinematográficas do mundo, sim, do mundo. Os indianos cometem por volta de mil filmes a mais que sua sucursal nos Estados Unidos da América. Grande parte são clipes e tudo mais.

Bollywood

Corinthias – De novo. Salvo engano, o clube que revelou um dos atacantes brasileiros mais conhecidos, Rivaldo! Atacante esse que, certa feita, fez um gol olímpico em cima do São Paulo, não lembro quando.

Rivaldo

Globalização – Efeito mundial responsável por uma transformação que, nunca na história desse país, se viu igual. Alguns acreditam que é alguma coisa boa, outros pensam da seguinte forma: globalização é norte-americanização, é o fato de ver jovens com o cabelo feio gritando palavras como: I love you, yes etc.

Globalização

Exército brasileiro – É sabido que, na 2ª Guerra Mundial, se o Brasil se metesse na briga, a cobra fumaria. E esse foi o brasão da nossas forças durante sua estada na Europa combatendo o Eixo do Maaaaal.

a-cobra-vai-fumar.jpg

Gansos – A orgiem do patê remonta a milênios, mas sua genealogia pode ser definida quando da invenção do foie gras ou fígado de ganso. Pelo que entendi, os humanos da época enjoaram de cometer atrocidades contra outros humanos e decidiram comete-las contra gansos mesmo. Produzido pelos franceses para acompanhar sua culinária requintada e cheia de fru frus…

Foie Gras

China – A origem de quase tudo é chinesa… Se você lia MAD (o que aconteceu com ela afinal?) sabe que até o crime organizado foi inventado lá! Bom, no mais, o macarrão, o macarrão instantâneo e outros derivados, também foram inventados lá.

China

Crime organizado – unidos pela Ditadura Militar brasileira, os criminosos políticos e comuns, se uniram e deram origem à facções de inúmeros tipos, uma delas a do “querido” Luiz Fernando da Costa ou Fernandinho Beira-Mar mesmo.

Crime organizado

África – como o que se verá abaixo é uma mistureba de tudo que se viu acima, nada mais justo do que temperá-los com um pouco de peixe, cebola e tomate para formar um grande vatapá surrealista! Um vatalista!

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Shampoo hediondo

27 02 2008

Bom, esse post pretende ser a estrela guia de maridos(esposas) ou namorados(as) frustrados(as). Imagine que você é um belo(a) jovem de 26 anos que acabou de herdar uma fábrica de shampoos de seu pai. Você sai a noite, se diverte muito todos os fins de semana, trabalha árduo durante o dia e ainda faz faculdade de administração de empresas numa instituição pública. Claro que, nessas condições, “chovem” garotas(os) na sua horta. Como todo bom ser humano, você resolve engatar um relacionamento. A vida continua, a fábrica vai de vento em popa e você e seu par estão no melhor dos relacionamentos do mundo.

Como diz o velho ditado chinês: “isso passa”. Um de seus amigos confessa que flagrou seu par saindo de um motel com um(a) senhor(a) de alta classe com dinheiro na mão. Você pergunta ao amigo: “Você estava lá com quem?”. Ele responde: “Eu sou dono do lugar, véi!”. Descrente, você procura um detetive particular, contrata-o e espera alguns dias. O relatório é conclusivo: você foi feito(a) de bobo(a), seu par não só saía com várias pessoas, cobrava para tanto! Você chora, vai pro buteco, enche a cara e, no dia seguinte, resolve tomar uma atitude.

Sua cabeça está a mil, você não raciocina direito e resolve culpar o genêro, ou seja, a culpa era das mulheres(homens) em geral. De posse dessa idéia, você vai ao trabalho e, num acesso de raiva com um ímpeto sanguinolento, altera a composição química do shampoo para que ao invés de deixar os cabelos sedosos, deixe-os engruvinhados e sem vida. O produto vai às lojas sem que ninguém saiba da nova composição. Alguns dias depois a polícia bate na porta de sua casa: “Temos um mandado de prisão preventiva contra o Sr(a). Fulano(a), podemos entrar?”. Perplexo(a) você pergunta: “Mas, o que eu fiz, pelo amor de Deus?”. E, amparado pelo Código Penal brasileiro, o policial responde: “O senhor foi processado como incurso no artigo 273, parágrafo 1º-A, do Código Penal, falsificação de cosméticos”.

Como você não tinha dinheiro suficiente para pagar o preço de tabela proposto pela OAB, seu advogado te abandonou, você foi processado(a) e apenado(a) com 10 anos de reclusão. Por tratar-se de CRIME HEDIONDO, os benefícios da graça, indulto e anistia estão a ti vedados, além de ter que cumprir 2/5 do total da pena para obter a progressão do regime fechado para o semi aberto, ou seja, 4 anos de presídio!

Mas, como diria o velho ditado chinês: “isso também passa”. No presídio, pela pura falta do que fazer, você pede um Código Penal emprestado do seu vizinho(a) de cela e descobre que se tivesse matado seu par, provavelmente já estaria nas ruas, tocando sua vidinha.

Se você não acreditou que falsificar shampoo é crime hediondo, basta dar uma olhadela na Lei 8072/90 em seu artigo 1º, inciso VII-B e artigo 273, parágrafo 1º-A do Código Penal.





Propriedade imaterial

15 02 2008

Acho que uma grande pergunta que blogosfera, leiga em direito, deve se fazer todo dia é: o que eu faço quando um texto de minha autoria foi reproduzido sem a devida citação ou permissão? Atualmente você terá que:

a) entrar pra turma do “deixa disso” e pedir calmamente para o sujeito que, ao menos, cite a fonte ou retire o texto do ar. Se ele não concordar, você pode comunicar ao administrador ou provedor do site a atitude ilícita de um de seus usuários. Se, mesmo assim, nada for feito para garantir a propriedade daquilo que você julga seu, você pode tentar a via judicial, eu não recomendo, a não ser que a negativa para citar a fonte ou retirar do ar tenha sido composta por termos de baixo calão ou ofensas poderosas.

b) não procure um advogado, não por enquanto. Primeiro faça uma cópia em html e também tire uma foto (print screen)  do site/blog que reproduziu ilegalmente seu texto, contendo a data da publicação. Faça também uma cópia do seu texto, aonde ele está hospedado e a data de sua publicação.  Vá a uma delegacia especializada nesse tipo de crime (pois é, existe), conte sua versão dos fatos, apresente suas provas e requeira a instauração do inquérito policial ou termo circunstanciado, isso porque se o suposto criminoso visou lucro na reprodução de seu texto, o trabalho acaba por aqui. Caso a intenção do mané foi apenas a de te sacanear, sua dor-de-cabeça vai um pouco adiante. Primeiro vale lembrar, você tem apenas 6 meses da data que tomou conhecimento da reprodução ilegal para entrar com a queixa. Para entrar com a queixa você vai precisar de um laudo pericial que ateste a existência da violação dos direitos autorais, sem isso é capaz de você ser o processado! Para isso, munido do resultado do termo circunstanciado, contrate um advogado para que este solicite a algum juiz que diligencie a elaboração do tal laudo. Feito o laudo, ocorre uma coisa importante: um novo prazo se inicia! Com o laudo em mãos, seu advogado tem 30 dias para apresentar a queixa, se não fizer nesse prazo, dançou, perdeu! Feita a queixa-crime, o processo se inicia e você enfrentará algumas audiências e, no fim, o juiz decidirá se você tem ou não razão. Se ele decidir que você tem razão, ainda terá apelação e demais recursos. Vamos pular essa parte! Digamos que você já tenha vencido, qual a consequência?

R: Detenção de 3 meses a 1 ano, OU multa para o já reconhecido “criminoso”. Eu acho que o juiz vai optar pela multa haja vista que essa tal detenção não existe no Brasil. Pra quem vai o dinheiro da multa? Acho que para o Estado, não sei ao certo…

Boa sorte pra quem se aventurar nessa cruzada!





Estelionato e peixes

27 09 2005

Como enganar um peixe? Não é disso que trata esse post… Já que todo pescador é um estelionatário! Tais “pescadores” utilizam-se de um ardil (meio de enganar alguém), ou seja, colocam, geralmente, uma pobre e indefesa minhoca num anzol e enganam os peixes, ludibriam os coitados que acabam se suicidando por uma minhocazinha de nada. Estes por sua vez não fazem nada pra acabar com tal afronta à sua dignidade, se deixam cada vez mais serem enganados pelos infames pescadores, que, acreditem se quiserem, agora praticam o estelionato em modalidade hedionda, ou seja, utilizam-se de iscas ARTIFICIAIS para ludibriar os desafortunados peixinhos, estes caem em tentação e na maioria das vezes o suicídio é inevitável.
Esse post queria tratar de um pessoa que não vou falar o nome, mas tem um programa diário numa emissora de TV que sem querer eu ouvi dizendo assim: “… mas se vocês quiserem ouvir minha música, mas só sentirem saudade, só assim em, meu DVD está a venda, é só pedir pro papai, mas SÓ SE VOCÊ SENTIR SAUDADE EM…” Qual será a relação desse post com o post que não ia ser tratado mas foi???

Não posso publicar nomes pois não quero cometer o crime de calúnia, apesar da exceção da verdade.