Poesia anarco-fanatista

21 12 2007

“Seu amor me fez
livre como uma canção, que se canta eternamente…”

Carpenters

Nesta noitezinha
Quero sujar-me com o prazer alheio
Num observatório chinês antigo
Às margens de um rio poluído

Nesta noitezinha
Quero amar suas entranhas nojentas
Num ritual indígena da idade média
À beira duma lagoa calma e discreta

Nesta noitezinha
Quero ouvir o som dos teus sonhos
Numa caverna
À três quadras da tua casa…

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2 responses

22 12 2007
Solitude

“Bunitinha” demais!!!

15 03 2010
gabriel augusto

fantástico. amei a maneira como dispõe as palavras, poucas, mas ricas de sentido, e de várias interpretações. me remeteu a momentos de minha vida. extremamente visual. ‘numa caverna, a três quadras da tua casa’ passa uma sensação de familiaridade inacreditável.

adorei.

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