Rio de Janeiro

6 10 2007

“Se eu te escondo a verdade baby,
É pra te proteger da solidão…

Confundo a tuas coxas com as de outras moças
E mostro toda dor.”

Cazuza (que saudade daquilo que eu não vivi)

Alheio-me altivamente, antes agora almoçado à autoridade aclamada. Ajude alérgicos alvorada! Anseio amor, almejo aspargos… Atônito alcanço alhures a aurora apagada. Ainda amanhã atiro almas armadas ao arcabouço ateu.

Ardida amante, ame-me abandone-me, assim, arranca ares autistas, apenas, aturdidos ao acaso. Amante ardida acorda! Algozes astrológicos anseiam a alma antagônica, assassinos aparente? Asma aguda a aguardar amor! Aguardente atriz, arrancaste algo ainda agudo! Arisco aos arquétipos, atento aqui agora, ama-te, anseia-te, ajoelha-te arrependido…

Anta atrasada! Agora acabaste, acomede-se, afogado, atolado! Abandona-me ao acaso a arrepender-me alhures! Aqui algo aguardo, amigos amizade, amor afabilidades. Agora, atrasado, arranja-te, acolhe amorosamente a amante alheia, atenda ao amargo amor acabado…


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