Musique

11 01 2007

Conte-me uma história
Daquelas onde os funerais não tem vez
Daquelas onde um dia é um mês

Conte-me uma vitória
Daquelas onde o mocinho vence o vilão
Daquelas onde a guerra é feita em vão

Conte-me uma glória
Daquelas onde uma estátua é erguida
Daquelas onde da morte é feita a vida

Daquelas que não tem amor
Daquelas que não colhem flor
Façam as vezes
Conte-me suas memórias


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2 responses

15 06 2007
Ítalo Fais

Gostei deste poema. Numa primeira leitura pareceu-me ingênuo. Mas em um click caí em um buraco súbito e profundo de idéias e percebi onde o “eu-lírico” quis chegar, o que ele está querendo dizer: uma profunda crítica àqueles que contam história gratuitamente por aí. Do meu ponto de vista, posso estar enganado, este poema sugere uma crítica ao falso moralista.
Abraço.

20 01 2009
mathieu Duvignaud

oi,
vendo que vc gosta do acaso, eu tb … alias meu trabalho esta todo “olhando” para o acaso, queria lhe apresentar, se chama “a arte do acaso”, uma pesquisa fotográfica que iniciei nos anos 1990, cartaz rasgados, reflexos, etc … o acaso cria !

valeu

matyeu

http://www.matyeu.com

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