Férias regurgitofágicas

1 12 2006

Férias, sem trabalho, sem estudos, sem… nada!

“A morte nos faz todos anjos, e nos dá asas onde temos pás, tão lisas quanto as garras de um corvo… Esqueceu as chaves do reinado, você já nasceu e está vivo? Precisamos de grandes e douradas orgias! Entende que somos ordenados pela T.V. A Lua é uma besta de sangue seco. As mariposas e os ateístas são duplamente DIVINOS, mas morrem. Eu toquei sua coxa e a Morte sorriu.”
James Douglas Morrison

Sintam a enorme sabedoria das ruas, tirem uma hora para a magia, porque nem tudo desse planeta é razão, sintam a cama onde dormem, teus sonhos… Melhor não falar em primavera, porque isso não é poesia. Pensem que em cada brasileiro, exceto os “privilegiados”, possuí um bicho dentro da cabeça que só faz atrair gatos… Isso, esse “bicho”, parasita, nos torna (homens) mais agressivos e mulheres mais carinhosas, por isso, mulheres, comei bastante carne crua, porque eu num lembro direito donde esse parasita vem… Isso é sério em! Voem longe, me levem nos teus vôos. Embaralhe tuas vidas, esse “teatro” não abre brechas pra ensaio, por favor… Uma diz: “que delícia” a outra eu não presto atenção. Vou fazer o que eu mais gosto, chama-se, eu acho, regurgitofagia. Começa com uma palavrinha, talvez, vamos lá, garotas ricas. Ricas, quando pensamos em ricas pensamos em festas, em alegria, gente pelada. Pelada pode ser do futebol, pode ser da garota que ta na tua cama, ou da sua namorada. Namorada, namorada vem do fundo do coração, nada melhor que encher o rabo de álcool com a namorada e fazer quinhentas mil porcarias em público. Público, dizem alguns, é coisa, não pessoa, porque público são todos, e todos não são um. Um, número ou artigo indefinido, do estudo dos matemáticos que o que fazer não tinham. Tinham, daqueles que perderam a propriedade sobre alguma coisa. Coisa, coisa uma palavrinha muito usada no Direito. Direito, com 4 palavras: “mantenedor do status quo”. Latim, latim, língua morta, usada pelos povos há algum “tempinho” atrás… Atrás, da porta, de você, de mim, e todo mundo, canta junto. Junto, é verbo? Estar com alguém, com algo? Junte-se a pessoas. Pessoas, muitas delas no carnaval. Carnaval, do livro da Zélia Gattai: Carnevale, ou seja, o que vale é a carne! Carne, tem gente que não come, tem gente que come, tem gente que nem vai ver esse trem. Trem, meio de transporte cuja criaçao proporcionou ao homem chegar aonde estamos. Vamos aplaudir!


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One response

5 01 2009
Luana Temperine

obrigada, por sua exitência, pelo teu lirismo pela tua paixão! Não estou contigo, pois nem sabes sequer o rosto que tenho, mas estás comigo, pois sempre te encontro e me encontro contigo nos meus pensamentos!!!!

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