Surrealismo do acaso

Posts Tagueados ‘Poesia

Crível Pensamento

Publicado por: fassicolo em: 30/07/2009

O soberbo e sempre soberano pulsar do pensamento
Pois em mim anguloso e nem sempre aleatório movimento
porém,
acima de tudo, inconfesso no desejo de migrar para além
de tudo o que é belo,
e sublime,
e presente no peito amado.
Crê em minhas palavras mas não credite os sentimentos.
f.

Catatumba vazia, Amor de todas as vidas e só.

Publicado por: fassicolo em: 28/05/2008

Os ricos versos de Matajiradh foram para o movimento surrealista o que a democracia foi para a China. Nada. Ou quase nada. O autor de fábulas como ‘Chove leite dos vapores de mel no paraíso de Drhya’ e ‘O escorpião leva rosas na boca’ entre uma série de contos e poesias descansou a pena durante [...]

Citei-te

Publicado por: Ítalo em: 27/05/2008

Provoco-te, pois é estilo
Finges vermelha, pois é costume
Importuno-te, pois sou intranqüilo
Se foges, não és imune?
Sumida, anuncio-te em rimas
Apenas para atentá-la
Nenhuma palavra lastima
Só um aperto de mãos procurava
Inofensivo, ataco-te em despropósito
Apenas para parodiar
Não te ofendas emudecida
Pois não aprenderei “citar”…
Lês, muda e respondes a altura!
Num calibre de alta inteligência
Usas o que achas da minha figura
E crias a [...]

Surresimbolismo de que?

Publicado por: fassicolo em: 22/05/2008

psicótico tempestivo analítico
temporal aflitivoPossessivotemerário apelativo
Primitivo Tiranoapreensivo
punitivo transfiguradoAbortivoputativo transitivo amargurado
Em processo retrogradativo
de incubencia cerebral,
uma nevralgia, arrepio na gengiva
intuição decodificada pelo estado neuro-opcional
de cegueira surda da apostasia

Femalê

Publicado por: Ítalo em: 20/05/2008

Trocamos figurinhas
Compartilhamos prazeres
Multipliquei tuas alegrias
Ouvi o som da tua alma
Dancei o teu bolero
Elogiei-te, sincero
Acariciei-te o ego
Dei-te remédio

- Que tédio!

Então fui descartado…

Ensaio de poesia

Publicado por: fassicolo em: 16/05/2008

Seres
metafícos sentimentos
do mar revolto a sereia grita
a aguda dor do náufrago resgatado
____
Surpreendente seu modo de ser
traumático
expondo os segredos do banheiro
em cartões deixados no chão
(v1)
_____
Estranho é pensar em você
com toda crueza do ser
que se desmancha em mundanismos
e lembra que te amo com pequenas lembranças
em gotas de amor
espalhadas pelo chão privado
(v2)
______
Delicadezas de fora
percussão interior
esse sou eu
feio e [...]

Sátira Sátiros Satyricon

Publicado por: fassicolo em: 08/05/2008

Chegou as minhas mãos um livrinho, com boa recomendação, capa instigante, autor pomposo, tradutor brilhante (adoro Leminsk)…larguei com uma mão as bênçãos de Yogananda e com a outra fui as letras desta obra-prima romana. Satyricon, escrito à época de Nero (o incendiário de Roma).

As tramóias e o cotidiano seguem em uma linguagem [...]

Reflexo real, conclusão surreal

Publicado por: Ítalo em: 06/05/2008

O espelho refletiu-me
Com um reflexo direto
Um tanto indiscreto
Um tanto familiar

Nenhuma conclusão
Só certeza singular
de imagem invertida
de maneira regular

A imagem é real
E se afasta da finalidade
de arte!
Não há o encanto mágico
Não há efeito surreal…

As mãos não são duas bocas
Que me comem a cintura
E que acham que é um presunto
E que acham que é gordura!

Onde está o entusiasmo [...]

Blogagem Coletiva – Abre Aspas

Publicado por: meyviu em: 28/04/2008

Devido aos inúmeros reparos no Surrealismo do Acaso, minha participação vai ter que se limitar a algumas poucas poesias… Mais informações e demais participantes podem ser encontrados no Acqua! As postagens estão bem interessantes, vale a pena conferir!
Cabeça de fauno
Autor: Arthur Rimbaud

Na folhagem, estojo verde de ouro manchado
Na folhagem incerta e florida
De esplêndidas flores [...]

Chaiquispier anarquista

Publicado por: meyviu em: 20/04/2008

Que o casamento de duas almas não seja posto a prova pelo mar bravo de nossos tempos. Porque o amor de hoje é tão rápido quanto àquela estrela-guia que sumiu sem mais nem menos, sem deixar vestígios pros que ainda pensam ser amantes eternos… Porque se me achas um mentiroso por escrever o que escrevo, [...]


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