Publicado por: Ítalo em: 20/05/2008
Trocamos figurinhas
Compartilhamos prazeres
Multipliquei tuas alegrias
Ouvi o som da tua alma
Dancei o teu bolero
Elogiei-te, sincero
Acariciei-te o ego
Dei-te remédio
- Que tédio!
Então fui descartado…
Publicado por: Ítalo em: 06/05/2008
O espelho refletiu-me
Com um reflexo direto
Um tanto indiscreto
Um tanto familiar
Nenhuma conclusão
Só certeza singular
de imagem invertida
de maneira regular
A imagem é real
E se afasta da finalidade
de arte!
Não há o encanto mágico
Não há efeito surreal…
As mãos não são duas bocas
Que me comem a cintura
E que acham que é um presunto
E que acham que é gordura!
Onde está o entusiasmo [...]
Publicado por: meyviu em: 28/04/2008
Devido aos inúmeros reparos no Surrealismo do Acaso, minha participação vai ter que se limitar a algumas poucas poesias… Mais informações e demais participantes podem ser encontrados no Acqua! As postagens estão bem interessantes, vale a pena conferir!
Cabeça de fauno
Autor: Arthur Rimbaud
Na folhagem, estojo verde de ouro manchado
Na folhagem incerta e florida
De esplêndidas flores [...]
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