Espírito Santo

11 10 2007

“Você é como o vento que encanta o violão…
Se você não existisse, eu te inventava”

Alain Delon (na música Parole, entre muitos que tu é belle, je te jure, mercis e je ten prie)

Agora eu era o anti-herói, e no meu cavalo só cabiam três
O noivo do cawboy era o Hudson além de outros gays
Eu fugia dos batalhões, os lulistas e seus bordões
Guardava meu Skank, e ensaiava o funk para os bailões
Agora eu era o técnico, era o bandeirinha e também juiz
E pela minha lei, a gente era obrigado a jogar que nem o nariz!
E você era o princeso que eu fiz guilhotinar, e era tão medonho de se admirar
Que tomate não faltou na sua raiz
Fuja, vá sim, finja que agora eu era o Padre Quevedo! Eu era Cosme e Damião!
Não, saia com essas mãos, a gente agora está é tremendo
No tempo da bondade, a gente já tinha morrido
Agora era casual que a realidade terminasse assim
Pra lá desse latifúndio era um dia que não não mais começava
Pois você voltou sem me avisar, e a agora me sinto patético sabendo o que a vida fez comigo.





Música

22 09 2006

Esse negócio não saí da minha cabeça, portanto, vou coloca-lo aqui, não foi eu quem o escreveu, não sei foi, o Diniz (diniz_listas@yahoo.com.br) é a única pessoa que sabe, portanto, quem quiser saber, mande um e-mail pra ele…

Vamo embora, vamo embora prenda minha
Tenho muito o que fazer
Tenho que parar rodeio prenda minha
Nos campos do bem-querer

Noite escura, noite escura prenda minha
Toda noite me atentou
Quando foi de madrugada
Prenda minha foi-se embora e me deixou…

Isso é lindo…








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