Jesus não ressucitou, porque não morreu

13 02 2008

Por Sandra Yaginuma

Jesus não ressucitou, porque não morreu, não na cruz como quer a teoria a tanto divulgada por aí. Para começar, vamos calcular: dizem que Jesus morreu numa sexta-feira (na melhor das hipóteses, as 8 da manhã) e ressucitou depois de 3 dias. Sexta-feira as 8 da mãnha, até sábado também as 8 da manhã é 1 dia, até 8 da manhã de Domingo, são 2 dias… Para serem 3 dias, ele teria que ter ressucitado na segunda-feira ou então morrido na quinta. Até agora ninguém conseguiu me provar por A + B que foram 3 dias…

Outra parte da minha teoria diz que Jesus, ao ser crucificado, reduziu o seu “ki” (energia) a quase zero, parecendo estar morto. Foi levado à catacumba e lá ficou para recuperar seu “ki”. No domingo, DOIS dias depois, ele foi “sequestrado” por monges e levado ao Paquistão (onde haviam muitos monges budistas na época) e lá viveu até sua morte sei lá quando, mas muitos e muitos anos depois, com sua esposa Maria Madalena com quem teve, pelo menos, uma filha (Sarah).
O “Código da Vinci” diz que os herdeiros de Jesus e Maria Madalena seriam os descendentes dos Merovíngios, que eram da França. Por comprovação científica, feita no DNA de uma rainha Merovíngia, descobriu-se que isso é ficção, mas eu ainda acho que eles deveriam fazer esse teste no povo do Paquistão.




No meio do nada

12 09 2007

“Procuramos alguma coisa que já nos encontrou”
Jim Morrison

Outra historiazinha. Começara o dia bem cedo naquela tarde. Os olhos não mais combinavam com a cor do sutiã. Tanto faz. Ninguém mais se importa com a rosa do guia-anão. À guisa de se tornar mártir, juntou as folhas de sua calçada e com elas fez fogo. Da fumaça fez um bolo. Subiu aos céus, ressucitou no terceiro dia, fez da Terra o alívio de uma dor sem natureza. Comprou o amor dos passáros por míseros dois centavos, enquanto a lebre da sua irmã jazia morta numa casa abandonada. Proxeneta de aves! Vadia de um dente só! O povo clama e ama. Nasceu morta de uma labareda única. Viveu seu tempo com um arranque. Fez da glória uma senhora, fez de sua fada uma cadela sem jóia. Foi omissa, foi à missa, fez sexo embaixo da ponte, fez amor como se ama a própria fronte. Por fim sumiu, saiu, desfez, morreu sem deixar vida, jaz em paz num túmulo distante, próprio daqueles que nunca foram amantes…








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