Surrealismo em vídeo 2

4 06 2009

Eu que fiz!





Quando a vida te der limões

28 05 2009

Limões

Porque a vida é injusta.

Vi no Capinaremos que viu aqui.





Ser ateu é ser moderno…

27 05 2009

Esses dias no Jô um dos entrevistados foi o jornalista Marcos Losekann, o correspondente global em Israel. Veio para o Brasil para o lançamento de sua trilogia Entrevista com Deus, inspirada em fatos reais ou não. O livro, mui supercialmente explicado por ele, conta a história de um jornalista ateu que, ao final da narrativa, tem plena certeza de ter entrevistado o Pai eterno, sendo o grande mote do livro a dúvida sobre a realidade dessa entrevista.

No meio de sua entrevista para o gordo mais conhecido do Brasil, Losekann diz não ser ateu, que no meio jornalístico ser ateu é visto pelos outros jornalistas como conditio sine qua non para se tornar um bom jornalista e que isso o irritava. Daí disse qualquer bobagem para provar a existência de Deus.

Uma coisa é verdade, a maioria dos ateus considera os que tem alguma religião pessoas intelectualmente inferiores. Uma porque leram a bíblia com mais afinco que qualquer pastor de merda. Outra porqe leram o Anticristo do Niezstche e se consideram tão ou mais “espíritos livres” que o próprio autor.

Existem dezenas de casos que poderiam comprovar a tese número um, de que traças de bíblia são realmente muito burros, como esse:

O fato é que o ateísmo, embora parece o contrário, cresce e muitos se sentem envergonhados de assumir que acreditam em alguma coisa. Ser católico por exemplo pode dar a entender que você não se importa com os padres pedófilos, que você não usa camisinha, não trepa antes do casamento nem é a favor das pesquisas com células tronco. Ser evangélico protestante passa a imagem de que você é um tonto que entope o rabo dos pastores com o dinheiro ganho a duras penas.

A melhor escolha parece ser adotar uma religião oriental. Até onde sei eles não tem problema com homossexualismo e dinheiro é a última coisa que querem (vide a vida asceta que os monges budistas têm). Nunca soube de uma guerra que tivesse começado por parte de budistas ou hindus, tampouco os vi condenarem qualquer atitude do ser humano (nem cigarro eles criticam).

O lado bom dos ateus é que sempre estão dispostos a uma boa e inútil discussão com quem quer que seja. Em suma, acreditar em alguma coisa deveria ser encorajado, afinal de contas você não quer que a Hebe tenha pena de você por não ter Deus no coração…

A vanguarda surrealista preferiu excluir Deus de seus trabalhos por diversos motivos,  no entanto Dalí era católico apostólico romano, dos fervorosos. A arte sempre esteve lado a lado com a religião, um bom exemplo é a Última Ceia do tão discutido e aclamado Da Vinci. Em suma, quer ser ateu? Lembre-se que existem bilhões (literalmente) de pessoas que acreditam nalguma coisa, seja ela qual for, até no “Fluído” como diria um antigo professor…

A última ceia

Pintura original aqui. Sabe me explicar esse post dos Irmãos Brain?





Quem quer um quadro surreal?

11 05 2009

Autêntico! Clique para ver em tamanhão.

Autêntico! Clique para ver em tamanhão.

Eu não vou dar nenhum quadro, então não se iluda. Talvez eu nunca consiga comprar uma obra original, o preço é alto demais para os meus pobres padrões de vida… Aliás, muita gente jamais vai botar os olhos num original, museus brasileiros não são muito fãs do surrealismo.

Mas eu quero saber, se você pudesse, compraria uma cópia? Eu tenho um Magritte, o famoso Mnazna.

Mnazna

Se eu pudesse eu teria mil! Da pra ver minha cara feliz aí? Será que tem mais gente que pinta cópias? Qual será o valor?

Que tal assinar o feeds e ficar por dentro das novidades?





A metamorfose kafkiana

7 05 2009

Kafka deve ter sido interpretado de inúmeras maneiras. A partir do momento que você escreve alguma coisa, quem lê digere aquilo da maneira que lhe convém e reproduz do jeito que quer, é fato. Com Kafka não é diferente, basta fazer uma breve pesquisa no Google que os resultados vão pulular na sua tela.

Um de seus livros mais interessantes é a Metamorfose, tanto pelas diversas interpretações quanto pela história. E pelo que me parece as escolas estão cobrando sua leitura. Se você chegou aqui procurando um resumo, achou. Faça o seu trabalho da escola, mas por favor não pare por aí. Feito o trabalho, a leitura não é mais obrigatória, portanto muito mais prazerosa. O texto é pequeno, não vai perder nem um dia da sua vida, pelo contrário, vai ganhar e muito. 

Interprete Kafka à sua maneira, te ponha no lugar da baratona, sinta os olhares daquele povo. Não é tão absurdo quanto parece, garanto. Pra falar a verdade o mundo de hoje é tão mais absurdo que uma comparação seria injusta…

Kafka

Lembre, Kafka era um advogado mas trabalhou como bancário a vida toda, ou seja, com certeza conheceu a mais lenta burocracia de toda galáxia (imagine os bancos em 1920), nunca foi bem sucecido nem queria que seus livros fossem publicados depois de morto. Judeu, sexualmente frustrado tido por alguns como homossexual (não sei como nem porque), Franz Kafka também é para mim um dos maiores romancistas que a história já conheceu. A biografia é “triste”, concordo e infelizmente, quanto pior pra eles melhor para seus leitores…

Crédito fotográficos: Flickr e blog.





Como dar aulas sobre surrealismo

5 05 2009

Professora ou professor do meu Brasil varonil, eu não faço a menor idéia em que série a gente aprende sobre surrealismo, o que eu sei é que tudo que aprendi sobre foi com minhas pesquisas, leituras e visitas a museus. Mas parecem que resolveram ensinar nas escolas, então não perca a oportunidade de ensinar essa mulecada o valor real do surrealismo.

Lição 1 – Não supervalorize Salvador Dalí. O surrealismo foi muito além do que o bigodudo aí fez, claro que deixá-lo de lado não é uma escolha. Mostre suas telas, mostre suas singularidades mas não deixe o homem superar a obra, Dalí foi um dentre vários. Não esqueça de levar o perfume…

Lição 2 – Diferentemente das outras expressões artísticas, o surrealismo não se importa do que vão pensar das suas telas. Sendo assim, cuidado ao mostrar uma onde a virgem espanca o menino Jesus. Os pais e responsáveis podem ficar putos e uma demissão pode vir a acontecer. 

Lição 3 – Surrealismo não é só pintura. Vale a pena dar uma lida no Manifesto escrito por Breton, tanto pela parte histórica quanto pelo significado do movimento. Sim, é um pouco extenso e de vez em quando chato, nada que tenha matado alguém entretanto.

Lição 4 – Mostre o filme Um cão andaluz. Como eu disse, o surrealismo foi além da pintura. O filme é ótimo, algumas cenas são imprórias, admito, mas nada tão violento quanto o PicaPau ou o Frajola. É preto e branco, sem som, completamente nonsense, mas é mais do que uma aula de surrealismo, além de ser de pouca duração. Caso não o tenha disponível, aí vai o link para download: Um cão andaluz. O filme foi dirigido por Luis Buñuel e o próprio ícone, Salvador Dalí. De qualquer forma é melhor assistir antes de mostrar pra galerinha…

Lição 5 – Vanguarda é completamente diferente de chefia. Afinal de contas Breton nunca cobrou aluguel dos artistas por entupirem seu apartamento, não ganhou nenhum dinheiro significativo, nem se promoveu a tal ponto. Vanguardas estavam um passo a frente na cultura artística de sua época e por isso se posicionavam no pelotão de frente. Já a vanguarda surrealista, diferentemente do que propõe os wikipedistas, não se considerava a detentora da verdade, porém chegou a expulsar membros que não seguiam a linha “imposta” ao resto dos “militantes”.

Lição 6 – Kafka. Embora a maioria dos chatos literatos brasileiros não enxerguem em Kafka um potencial surrealista, na minha opinião A Metamorfose está muito perto disso. Um ser que se transforma num barata, a única explicação é essa: surrealismo.

Lição 7 – Miró. Se tudo isso parecer um pouco chato, nada melhor do que mostrar algumas telas, certo? E por que não Miró? Seus quadros são os que possuem aquela coisa lúdica mais implícita, duvido que uma criança ou adolescente não goste… 

Lição 8 – Créditos. Diga que viu essas lições aqui, no Surrealismo do Acaso!

Lição 9 – Museus. Obviamente leve seus aluninhos ao museu! *

*Thank´s to Incautos do ontem!





Pode vir quente que eu estou tremëndo!

5 05 2009

Aulas de português geralmente são maçantes (maça de bater, aquela arma, não massa de bolo ou de pão), no entanto, certos professores conseguem prender a atenção dos alunos com certas explicações sobre nossa tão difusa língua. Como você sabe ou pelo menos deve imaginar, o português brasileiro não é igual em todas as regiões do país. Ter uma unificação total da língua em um país tão grande é tarefa sísifica digna de um Hércules erudito do século XXI. E isso é bom, minto, isso é ótimo, essa diversificação cultural ao invés de ser combatida como acontece hoje em dia deveria, na realidade, ser incentivada, explico mais adiante.

O nordeste de nosso país tem uma forma de se utilizar do português muito característica, não só quanto a linguagem oral, mas na escrita também. Enquanto que no sul e sudeste do país os artigos a e o antes da preposição de são sempre utilizados, no nordeste esse tipo de uso é completamente inusual. Exemplifico: Sul e Sudeste -> Vou na casa da Maria; Nordeste -> Vou na casa de Maria. Pode parecer pouca coisa, mas esse tipo de frase consegue ser uma das mais utilizadas em conversas informais e bate-papos. Bom, a coisa não para por aí e, para deixar mais clara essa diversificação, nada melhor do que uma pequeno comentário sobre os sotaques.

A história mostra que, principalmente nas regiões sudeste e sul, a imigração européia (e aqui leia-se espanhóis, italianos, alemães, franceses etc) foi a que teve maior influência nas partes sul da região sudeste e norte do sul. Tanto é assim que, no interior de São Paulo meu o sotaque é ultra-carregado no R, ou seja, uma clara caractéristica da língua inglesa que inluenciou meu o sotaque carregadão no R (foram os ingleses que lotearam boa parte das terras nessa região, Londrina é uma bela prova dessa característica). Já no nordeste a coisa foi diferente, devido aos ciclos que ocorriam no Brasil, a população de lá pouco ou nada foi influenciada por essa imigração européia, ou seja, a população se constituía basicamente de portugueses, negros africanos usurpados de sua terra para se tornarem escravos nas lavouras do Brasil e índios. Ou seja, conclui-se que o português de lá teve sua maior influência dada pelos índios e negros.

E então me aparecem com essa tal de reforma da língua portuguesa, imposta, mal digerida e porcamente explicada. Não sou daqueles que implicam com mudanças, muito menos vai fazer muita diferença na minha vida, nunca usei o malfadado trema quiçá soube pra que servia. Mas o acaso vem a galope, me pego a ler uma crítica do que se disse silenciado, que aponta o naciolismo no surrealismo tupiniquim. E ainda se acha perto de classificar alguma coisa que, com certeza, não faz nem idéia do que é, em essência. Por fim, pelo que entendi, faz uma tradução de Lenin, que isso companheiro?

Em resumo, cansei de perder meu tempo com os mimimi´s dessa mudança, quer falar sobre surrealismo, surpresa, estamos abertos novamente! E tenho dito!





Olha o hífen!

17 03 2009

E para não dizer que não falei (mal), da reforma ortográfica, me lanço agora a esta árdua tarefa. Do alto dos meus tantos anos de português, que agora posso chamar de antigo, ultrapassado, reformado, mal fadado, posso dizer que mais aprendi por osmoze que pela dedicação aos livros da escola. Embora não seja adepta do internetês, o esperanto que “deu certo”, (sou obrigada a conviver com esta língua incontáveis vezes ao dia), sigo escrevendo legilvelmente, digo inteligivelmente, e vez ou outra usando alguma palavrinha chocante aos cérebros mais “sensíveis”. Eu gosto disso. Não pelo desentendimento, mas pelo uso. Existem palavras tão charmosas quanto os anos 20 e são esquecidas, confundidas e pior, assassinadas, como vemos acontecer e nem por isso as pessoas ficam chocadas. Aliás, não sei o por que essa admiração pois, nada é chocante enquanto não for conhecido. E repito, conhecido, não apenas sabido. Acredito que a maioria das pessoas ficam preocupadas com a reforma pelo temor de se verem obrigadas a rever sua grafia, nada mais. É apenas o medo da obrigação, um incômodo sem fundamento. Nisso concordo. Qual é a legitimidade de tal acontecimento? Claro, que esquecimento o meu, neste mundo globalizado falar o mesmo idioma é básico. Então fico me perguntando, por que então não definimos alguma língua dominante para ser o idioma universal. Assim todos falariam da mesma forma. Certo? Mais errado do que nunca. Jamais falaremos a mesma língua, mesmo utilizando a mesma ortografia. Pense bem, qual é a chance que tenho em escrever tal como um europeu ou um africano? Essas correções estapafúrdias não farão essa diferença, a não ser nos cofres.Qualquer reforma custa dinheiro e isso todos sabem. Um outro bom motivo para a reforma: aproximar os países que falam este belo idioma em que vos escrevo. Sim, “temos” – nós? Brasileiros pacífico-preguiçosos – que fazer Portugal engolir alguma coisa, afinal, fomos colonizados, surrupiados por eles até a medula, sofremos até hoje as demências, melhor dizendo a cretinice de um povo que tem um sistema moribundo sempre em busca de muletas para amparar a próxima campanha eleitoral, enquanto nós brasileiros pacífico-ilusionistas vamos caminhando e cantando, sem conhecer a canção, aceitando esmolas. Esmolas pagas! Se aqui no Brasil temos que engolir, como bons brasileiros pacífico-acomodados (olha o hífen!), toda esta fanfarra, com prazo final para que todos estejam já utilizando do novíssimo idioma, nos demais países a coisa anda um pouco diferente e já ouvi muitos se perguntando: e se Portugal não aceitar? Pois bem, que não aceite! Imagine a cena. Agora faço até mais que um minuto de silêncio (não mental), em que imagino a cara que não conheço dos sabichões que encabeçam a reforma. E dos outros milhões que estão pagando. Voltaríamos ao nosso “antigo” idioma? Ou a tão empenhada campanha de aproximação tornaria maior ainda o abismo que nos separam? – Em tempo, nada falaram dos clichês. Céus que me protejam de provas e trabalhos sob a nova ortografia. Diminui-se os acentos, aumentam-se os porques e eu ainda nem sei usar os quatro existentes.

Jogadinha: Eu gosto muito de gatos.

Esse gato tem pêlos brancos e bosques cheios de neve pela frente. Um longo caminho. Eu gosto muito de gatos.

Esse gato tem pelos brancos bosques cheios de neve pela frente, um longo caminho.

Eu realmente gosto da língua portuguesa e dos brasileiros. Este texto não foi escrito em português culto, nem reformado.

f.





Dos fins

9 07 2008

Mulheres em piromancia

rabiscam destino e vislumbram a manhã

sedento de sonho abro meus olhos

e risco no ar o destino do peito amado

dentre todas os astros escolhi o meu rei

ou por ele fui alçada até mais alto céu

a pedra rolada assinala o caminho

da mão que transforma a flor em perfume

e o sol queima a tez sedenta de luz

das trevas a mais tênue luz sobressai

e por ela posso guiar-me nas sombras

um filete de vida extrapola num dia

o cruzar do tempo imortal

homens meninos dançando

em pura alegria giram

na piromancia

___

Permitiu-se tudo, de homem

___

Surpreendente seu modo de ser

traumático

expondo os segredos do banheiro

em cartões deixados pelo chão

___

É ou não é surreal?

Duas coisas descubro todos os dias que gosto ainda mais: o surrealismo e o Huun-Hurr-Tu, um grupo da Mongólia que me foi apresentado a pouco tempo. Aliás, tudo converge a uma outra paixão,

Cancelado… continua. Fazer filme. Ver como gravar no Youtube. Usar o arquivo do Movie Player.

___

Não querendo transformar o Surrealismo do Acaso em um blog de moda, mas dando uma puxadinha na sardinha, tenho uns sapatos interessantes para mostrar. Muitos são famosos, como os inacreditáveis sapatos de lótus chineses, outros, menos citados e nem por isso deixam de ser surreais.

Aliás, histórias sobre sapatos são bárbaras…cada modelo tem uma função por mais absurda que seja – isso não se aplica muito nos modelos contemporâneos – e tudo documentado. Pra quem quiser saber que por exemplo na …as mulheres usavam os sapatos …por…e…

Continuando nessa linha temos o…

___

Jean-Louis Bédouin; Robert Benayoun; André Breton; Roland Brudieux; Adrien Dax; Guy Doumayrou; Jacqueline et Jean-Pierre Duprey; Jean Ferry; Georges Goldfayn; Alain Lebreton; Gerard Legrand; Jehan Mayoux; Benjamin Péret; Bernard Roger; Anne Sghers; Jean Schuster; Clovis Trouille e seus camaradas estrangeiros atualmente em Paris.

Le Libertaire, 12 de outubro de 1951

___

Sur mes cahiers d’écolier
Sur mon pupitre et les arbres
Sur le sable sur la neige
J’écris ton nom

(…)

Et par le pouvoir d’un mot
Je recommence ma vie
Je suis né pour te connaître
Pour te nommer

Liberté.

Paul Éluard

___

E assim terminam os começos.

C.





Poesia surrealista # et finitum – Maximillien Ernst

19 06 2008

DOIS MIL PELES VERMELHAS

Para eles

o tempo existe

em estado abolido

Dois mil peles-vermelhas se abaixam

na planície

felizes de sua ventura

preludiam as sublimidades de suas danças

Eles tragam os dias

tumultuam as noites

Dois mil peles-vermelhas e lúcidos

se preparam para fazer rir a chuva

suas terras enrugadas pelo desejo e pela fome

fazem bater seus tambores a sons plenos

Sons

plenos

Dois mil peles-vermelhas amorosos

se preparam para misturar seu sangue inquieto

ao leite sombrio de suas mulheres muito calmas

ao mel ridente de suas belas crianças

Crianças do século

onde estão vossos tridentes

Dois mil peles-vermelhas

pálidos mas sólidos

deixam as famílias para morrerem à parte

Dez mil peles-vermelhas

o sangue em fogo

sua vida ainda está lá

em busca de demônios

SETE MICRÓBIOS VISTOS ATRAVÉS DE UM TEMPERAMENTO (1953)

82001a_max_ernst

Max Ernst – Criador da “colagem” surrealista em 1919 com a qual impressionou Breton, foi expulso do movimento em 1954 por aceitar o Grande Prêmio de Pintura da Bienal de Veneza.

Fonte: Os arcanos da poesia surrealista – Seleção de José Pierre e Jean Schuster com tradução de Antônio Houaiss. Editora Brasiliense.








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.