Por que… ele teria feito mais um aninho dia 11 passado caso ainda estivesse por aí (mais de cem!). Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech, marquês de Púbol, foi pintor, escultor, desenhista, escritor e cineasta… Quer mais? Um dos maiores ícones do Surrealismo, mesmo expulso, merece mais esta menção por aqui.
De um guri que ouviu dos pais que era a reencarnação do irmão ao companheiro de 50 anos de vida pode-se esperar de tudo mesmo, incluindo sua auto-denominação de ser O surrealista. Permitiu-se experimentar tudo. Começou sob influência de Giorgio de Chirico, embalou muitos trabalhos com a Paranóica Crítica defendendo que os quadros deveriam ser fotografias manuais e em cores. Explorou a violência, o erotismo e o mundo onírico em seus trabalhos. Tudo muito forte, cruel, metamorfoseado, tudo como na autodefinição: “espontâneo, de conhecimento irracional baseado na associação interpretativo-crítica dos fenômenos delirantes”. Compreende?
Não foi um artista como os demais, daqueles criadores e só (como se isso fosse um “apenas”!), partindo para outras invencionices depois da 2ª Grande Guerra. Aí ele mais uma vez extrapolou com a arte criando para a moda, publicidade… Inventou móveis, jóias, sapatos musicais, sim, que tocavam enquanto eram calçados, lindo isso.
E quantos grandes homens conhecemos com aquele bigodinho? Apenas um, brilhantemente inserido em sua própria época. Assim foi Diego Velásquez, agora o não menos inquietante John Galliano e o foi Dalí. O Surrealista.
f.
Fonte: http://educacao.uol.com.br/biografias/salvador-dali.jhtm
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