O espelho refletiu-me
Com um reflexo direto
Um tanto indiscreto
Um tanto familiar
Nenhuma conclusão
Só certeza singular
de imagem invertida
de maneira regular
A imagem é real
E se afasta da finalidade
de arte!
Não há o encanto mágico
Não há efeito surreal…
As mãos não são duas bocas
Que me comem a cintura
E que acham que é um presunto
E que acham que é gordura!
Onde está o entusiasmo ao êxtase
que excita a imaginação?
Não me admira que a realidade
Seja cinza e sem emoção.
achei genial… as mãos não são duas bocas… eu quse discordaria
Se o espelho for de loja o reflexo é um, se for de casa dos espelhs do parque de diversões do file da sessão da tarde o reflexo muda. Se for o da minha casa o reflexo emudece.
Ahh pra realidade cinza e sem emoção toma-se doses de imaginação…de sonhos, projeções, alterações sensoriais.
Oi,
Eu queria saber qual são os autores, mas preciso com urgência até hoje ás 17:30!!!
Esse poema é ótimo!!!
Obrigada
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raissa.andrade10@hotmail.com
Raissa C. A.