Reflexo real, conclusão surreal

6 05 2008

O espelho refletiu-me
Com um reflexo direto
Um tanto indiscreto
Um tanto familiar

Nenhuma conclusão
Só certeza singular
de imagem invertida
de maneira regular

A imagem é real
E se afasta da finalidade
de arte!
Não há o encanto mágico
Não há efeito surreal…

As mãos não são duas bocas
Que me comem a cintura
E que acham que é um presunto
E que acham que é gordura!

Onde está o entusiasmo ao êxtase
que excita a imaginação?
Não me admira que a realidade
Seja cinza e sem emoção.

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5 responses

6 05 2008
Ricardo Rayol

achei genial… as mãos não são duas bocas… eu quse discordaria

6 05 2008
Daniela

Se o espelho for de loja o reflexo é um, se for de casa dos espelhs do parque de diversões do file da sessão da tarde o reflexo muda. Se for o da minha casa o reflexo emudece.

8 05 2008
Fassicolo

Ahh pra realidade cinza e sem emoção toma-se doses de imaginação…de sonhos, projeções, alterações sensoriais.

29 01 2009
Raissa

Oi,
Eu queria saber qual são os autores, mas preciso com urgência até hoje ás 17:30!!!

Esse poema é ótimo!!!

Obrigada

Responda no e-mail:

raissa.andrade10@hotmail.com

Raissa C. A.

13 08 2013
Joana

Italo Vinci

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