Salvador Dalí

20 02 2008

Salvador Dalí foi um cara bacana, muito engenhoso e espertalhão, um dos acadêmicos mais brilhantes que já tive a oportunidade de ver as obras (numa revista, é claro). Não vou escrever uma biografia dele, isso já fizeram (“Dalí, a Obra e o Homem” de Robert Descharnes) só vou apontar alguns fatos e algumas obras de maior relevância no movimento surrealista da época. Eu ainda não encontrei os quadros acadêmicos para colocar aqui, mas se você tiver a oportunidade, não perca, são pinturas que beiram a perfeição. E aí mora o problema de Dalí, ele se intitulava a própria manifestação do surrealismo na Terra, dizia (tal qual o Rei Sol): “O surrealismo sou eu”. Dalí foi, salvo engano, o único surrealista que se propagandeava, ou seja, fazia um rebuliço para ser reconhecido. Bom, ele conseguiu, por isso até hoje é um dos poucos surrealistas conhecidos pela maioria das pessoas. Suas aparições em programas de TV norte-americano lhe renderam a imagem de surrealista mór, não porque o era (e, convenha comigo, a vanguarda surrealista jamais imporia hierarquismos às obras) mas pelo seu insistente jogo de cintura em se auto-promover. Pra você ter uma idéia, aquele perfume em forma de boca foi invenção dele e, se não me engano, a essência também foi escolha dele.

A vanguarda surrealista não era muito fã de Dalí, mas tinham que admitir sua genialidade. Entretanto, a estética proposta em seus quadros, segundo a vanguarda, fugia do que consideravam surrealismo, e, como essa vanguarda mal ganhava pra se sustentar, acho meio suspeita a opinião em vista do grande sucesso do “companheiro”. Bom, eu não vou “explicar” os quadros surrealistas, principalmente os Dalís, a interpretação de pinturas é deveras racional demais ao meu ver e isso atrapalha aquilo que cada um procura no que vê, portanto indico alguns mais interessantes: Persistência da Memória, Faces da Guerra, O grande masturbador e A girafa em chamas. Reparem nas formigas, elas quase sempre aparecem nos quadros dele…

Agora um final interessante, uma histórinha. Bom, antes um breve aparte histórico. Dalí foi casado e, apesar das inúmeras traições de ambos, sempre foi casado, sua esposa chamava-se Helena Diakonova, mas era conhecida como Gala. É sabido que ambos tinham um coelho, e para onde iam, levavam o tal coelho. Certa feita, de mudança para um apartamento, não conseguiam resolver o que fazer com o coelho, pois não poderiam deixá-lo num apartamento em meio a tintas e tudo mais. Então, Gala, numa brilhante dedução, tomou uma decisão, fez um ensopado com o coelho mas não contou nada a seu marido. Após o jantar, Dalí sentindo a falta do bichinho perguntou: “Cadê o coelho?”. Gala respondeu: “Está com você!”. Realmente estava, nas entranhas e agora conseguiriam levar o coitado aonde quer que fossem!

Quem quiser saber mais, o site da Fundação Gala-Salvador Dalí tem bem mais informações além de ser específico em Dalí.





Capricornianos

19 02 2008

Esses dias foram malucos aqui no Surrealismo, primeiro que eu organizei por nome do pintor a sessão de quadros e vi que grande parte dos links estavam quebrados, mas agora já está tudo certinho e, realmente, até que ficou bacana, recomendo uma visitinha…

Eu não acredito nessas coisas, mas, por via das dúvidas, já viu né… Capricornianos são bem organizados quando querem, quando não, a zona é das maiores do planeta Terra.  Capricornianos, entretanto, não são pessoas que confiam nas outras instantaneamente, é preciso tempo e paciência pra se entender com um. Não obstante, apesar dessa idiossincrasia, ele sempre espera que as pessoas façam as coisas da maneira correta e, quando são feitos de bobos, ficam putos da vida, muito putos mesmo, mas consigo mesmo, nunca com a pessoa. Esse é um ponto característico, esperar o melhor e acabar se ferrando.

Como é um signo da terra, as criaturas regidas pela constelação de capricórnio são “pés-no-chão”, ou seja, ele ou ela não vai te emprestar aquela grana pra você montar seu negócio infalível, se der, é pura coação moral ou simplesmente você conseguiu conquistar a confiança absoluta de um capricorniano. Em síntese, capricornianos são gente-finíssima, não zombam de você nos momentos em que todo o país zomba de você, são sérios enquanto o resto do Brasil se resume a  rir da palhaçada no Congresso Nacional, são companheiros até em baixo d´água, enfim… Eu não entendo patavinas de astrologia, acho que esse post é uma inspiração do eclipse  da Lua que vai ter na noite do dia 20 para o 21 desse mês… Como a Lua lembra amantes e amantes lembram sexo, vale a pena ler esse poeminha.





Propriedade imaterial

15 02 2008

Acho que uma grande pergunta que blogosfera, leiga em direito, deve se fazer todo dia é: o que eu faço quando um texto de minha autoria foi reproduzido sem a devida citação ou permissão? Atualmente você terá que:

a) entrar pra turma do “deixa disso” e pedir calmamente para o sujeito que, ao menos, cite a fonte ou retire o texto do ar. Se ele não concordar, você pode comunicar ao administrador ou provedor do site a atitude ilícita de um de seus usuários. Se, mesmo assim, nada for feito para garantir a propriedade daquilo que você julga seu, você pode tentar a via judicial, eu não recomendo, a não ser que a negativa para citar a fonte ou retirar do ar tenha sido composta por termos de baixo calão ou ofensas poderosas.

b) não procure um advogado, não por enquanto. Primeiro faça uma cópia em html e também tire uma foto (print screen)  do site/blog que reproduziu ilegalmente seu texto, contendo a data da publicação. Faça também uma cópia do seu texto, aonde ele está hospedado e a data de sua publicação.  Vá a uma delegacia especializada nesse tipo de crime (pois é, existe), conte sua versão dos fatos, apresente suas provas e requeira a instauração do inquérito policial ou termo circunstanciado, isso porque se o suposto criminoso visou lucro na reprodução de seu texto, o trabalho acaba por aqui. Caso a intenção do mané foi apenas a de te sacanear, sua dor-de-cabeça vai um pouco adiante. Primeiro vale lembrar, você tem apenas 6 meses da data que tomou conhecimento da reprodução ilegal para entrar com a queixa. Para entrar com a queixa você vai precisar de um laudo pericial que ateste a existência da violação dos direitos autorais, sem isso é capaz de você ser o processado! Para isso, munido do resultado do termo circunstanciado, contrate um advogado para que este solicite a algum juiz que diligencie a elaboração do tal laudo. Feito o laudo, ocorre uma coisa importante: um novo prazo se inicia! Com o laudo em mãos, seu advogado tem 30 dias para apresentar a queixa, se não fizer nesse prazo, dançou, perdeu! Feita a queixa-crime, o processo se inicia e você enfrentará algumas audiências e, no fim, o juiz decidirá se você tem ou não razão. Se ele decidir que você tem razão, ainda terá apelação e demais recursos. Vamos pular essa parte! Digamos que você já tenha vencido, qual a consequência?

R: Detenção de 3 meses a 1 ano, OU multa para o já reconhecido “criminoso”. Eu acho que o juiz vai optar pela multa haja vista que essa tal detenção não existe no Brasil. Pra quem vai o dinheiro da multa? Acho que para o Estado, não sei ao certo…

Boa sorte pra quem se aventurar nessa cruzada!





Matar a inocência é crime!

14 02 2008

Hoje é dia de blogagem coletiva! A iniciativa é do blog Luz de Luma, yes paty! e conta com a adesão de mais de 150 blogs à causa… Por isso, o Surrealismo do Acaso deixa um pouco de lado suas efemérides para adentrar um tema de proporções drásticas: Pedofilia, ou, no entender jurídico da palavra, pedofilia erótica (o termo em latim paidophilos, significa amor a crianças).

Aqui vou me limitar a expor minha posição sobre um assunto que adentrei um pouquinho na faculdade: como o direito penal se comporta em relação a esse tipo de crime (pedofilia erótica), não no sentido da tipicidade da conduta (ou seja, se ela está prescrita no Código Penal, isso o blog da Lys em seu universo desconexo já o fez e com maestria), mostrarei como o Estado hodierno se comporta frente a um já declarado e sentenciado como pedófilo, seja por baixar fotos e vídeos, seja por estuprar ou atentar violentamente contra o pudor de uma criança (se você não sabe, o atentado violento ao pudor engloba toda conduta mais gravosa que não é estupro, ou seja, se o constrangimento sexual não for conjunção carnal, é atentado violento ao pudor. Conjunção carnal = penetração do pênis na vagina)

Quando o sujeito é sentenciado como incurso num dos casos acima (pornografia infantil, atentado violento ao pudor contra menor ou estupro contra menor) , quando tem dinheiro e um ótimo advogado (bom, se, infelizmente, tiver um ótimo advogado dificilmente se verá sentenciado) dificilmente cumprirá sua pena em regime fechado. Se o sujeito não tiver dinheiro o caso é outro, a mão pesada do Estado vai bater forte em suas costas e perguntar: “Com ou sem vaselina malandro?” Se for preso em flagrante, dificilmente verá a luz do dia novamente; se esperar a condenação em liberdade, preferirá se matar; se não se matar terá sorte de ser alocado em um presídio destinado a estupradores e escória afim.

É óbvio que o que escrevi não é regra, porém você deve ter se perguntado: aonde esse maluco quer chegar com tudo isso? Nisso: em nenhum caso o sujeito é tratado como merece, ou seja, como um doente. E aqui mora o cerne das discussões jurídicas sobre o assunto: o que fazer em tais casos? A melhor solução encotrada até o momento parece ter sido a castração química. Essa tal castração química nada mais é que a aplicação de uma injeção contendo hormônios femininos. Não sei dizer a quantidade, a qualidade e quais são esses hormônios, mas deve ser bastante estranho. A OAB, pelo menos a de São Paulo, não se posicionou a respeito. Em alguns locais já é utilizada mas com uma condição: a total aceitação por parte do sujeito de se submeter a tal tratamento e, essa “aceitação”, tem tudo para se tornar regra, uma vez que a Constituição brasileira proíbe certos tipos de tratamento, sob a égide da dignidade da pessoa humana (mais precisamente em seu artigo 5º, inciso III). O problema, no entanto, surge no instante em que você se pergunta: O sujeito quimicamente castrado perde suas funções reprodutoras ou perde simplesmente a libído? Não sei, mas tenho pra mim que o melhor de tudo seria um acompanhamento psiquiátrico. Sim, porque inutilizar um função ou apagar a líbido seriam paliativos, o cerne da questão seria descobrir o que, psicologicamente, leva uma pessoa a cometer uma atrocidade dessas que, talvez sem acompanhamento firme e concreto, poderia fazer o que quisesse após apenas receber suas injenções.

Por fim, cheguei a uma conclusão. O mais plausível seria dar à pessoa duas escolhas: enfrentar presídios e toda uma máquina penal em suas costas ou aceitar ser um doente e submeter-se a um tratamento químico-psiquiátrico com acompanhamento por parte não só do Judiciário como também de uma sociedade que se preocupa com o que acontece em seu meio.

Ps.: De maneira alguma quis por um ponto final nessa questão, se você discorda, será um prazer ler seu argumento e/ou opinião para que, da maneira mais contributiva possível, possamos chegar a uma síntese.





Jesus não ressucitou, porque não morreu

13 02 2008

Por Sandra Yaginuma

Jesus não ressucitou, porque não morreu, não na cruz como quer a teoria a tanto divulgada por aí. Para começar, vamos calcular: dizem que Jesus morreu numa sexta-feira (na melhor das hipóteses, as 8 da manhã) e ressucitou depois de 3 dias. Sexta-feira as 8 da mãnha, até sábado também as 8 da manhã é 1 dia, até 8 da manhã de Domingo, são 2 dias… Para serem 3 dias, ele teria que ter ressucitado na segunda-feira ou então morrido na quinta. Até agora ninguém conseguiu me provar por A + B que foram 3 dias…

Outra parte da minha teoria diz que Jesus, ao ser crucificado, reduziu o seu “ki” (energia) a quase zero, parecendo estar morto. Foi levado à catacumba e lá ficou para recuperar seu “ki”. No domingo, DOIS dias depois, ele foi “sequestrado” por monges e levado ao Paquistão (onde haviam muitos monges budistas na época) e lá viveu até sua morte sei lá quando, mas muitos e muitos anos depois, com sua esposa Maria Madalena com quem teve, pelo menos, uma filha (Sarah).
O “Código da Vinci” diz que os herdeiros de Jesus e Maria Madalena seriam os descendentes dos Merovíngios, que eram da França. Por comprovação científica, feita no DNA de uma rainha Merovíngia, descobriu-se que isso é ficção, mas eu ainda acho que eles deveriam fazer esse teste no povo do Paquistão.




Adoção e Luciana Gimenez

12 02 2008

Eu acho que uma parte considerável dos brasileiros deve odiar a Luciana Gimenez, mas hoje o programa dela estava bacana e, apesar dos pesares, ela levantou a bandeira dos homossexuais e não raro sai em defesa dos direitos dessa minoria. O programa tratava da adoção, por parte de um transexual, de uma criança e a luta de um promotor para impor os ditames legais em um processo legal de adoção. Pelo que vi, a criança já estava sob os cuidados do transexual (que, por sinal, tem um companheiro estável), quando a Justiça retirou a criança para colocá-la na fila de espera da adoção, ou algo do tipo. A justificativa era a de sempre nesses casos, o ilustre representante do Ministério Público entende que casais dos do tipo do transexual não são normais e, portanto, danosos à construção psicológica e educativa da criança. Seus argumentos também são os de sempre: a lei deve ser interpretada restritivamente e o Código Civil menciona que a adoção se dará por casais de sexo oposto, ponto final! Argumentou também que o sofrimento pelo qual a criança teria que passar por ter um pai “que se veste de mulher” era desnecessário e continuou com a ladainha de quem passou cinco anos numa faculdade de direito lendo porcarias escritas em 1916. Eu sempre pensei que os 2 anos de sociologia e os 2 anos de filosofia eram suficientes pra um curso que diz formar pessoas acima do senso comum, ledo engando…

Bom, eu também passei por esses mesmos cinco anos, li pouquíssima doutrina, raríssimas vezes quis saber o que tal professor, cadeira de civil da USP e blá blá blá, pensava sobre algum assunto. No entanto, permiti-me ler o que meus colegas pensavam sobre os diversos temas, lendo monografias, assistindo-as e, em algumas vezes, prestava meu auxílio na formatação do texto e acabava por ler o trabalho inteiro. Sobre adoção, li uma tese de mestrado na internet cujo link, por descuido, foi-se embora junto com minha última formatação do pc. O que lembro dela é o seguinte, muitos casais homossexuais adotam crianças pelo mundo todo, portanto, o trabalho tinha uma pesquisa baseada nisso. Como se desenvolveram essas crianças e como se desenvolveram as crianças de pais heterossexuais? Por incrível que pareça, casais homossexuais raramente tiveram filhos com orientação sexual igual a deles, ou seja, raríssimos eram também homossexuais. Em contrapartida, quase 30% ou 20& (não me lembro) dos filhos de casais heterossexuais tinham orientações sexuais contrárias as de seus pais, ou seja, eram homossexuais.

Como já disse, assisti inúmeras monografias, a maioria no meu quinto e último ano. Uma delas me lembro até hoje, era de uma garota de Piraju e tratava da adoção por casais homossexuais. Esse TCC chamou a atenção por ter a cópia da primeira certidão de nascimento com o nome de dois pais. Certidão essa emitida no retrógrado conservadoríssimo estado de São Paulo. A monografia deve estar disponível no site da UNIVEM, caso não esteja, um dia vai estar (a minha também)! Mas, se você duvida disso, leia isso! E esse não é o único caso, um casal de mulheres também conseguiu adotar duas crianças, adoção essa confirmada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e, se você duvida disso também, leia isso! Sendo assim, acho que o argumento legal do douto promotor não está muito bem atualizado. Se você não sabe, os membros do Ministério Público recebem uma verba exclusiva para comprar livros, ou seja, tem uma graninha a mais para atualizarem-se, acompanharem as tendências das decisões etc, sem mencionar que a internet já faz isso muito bem se a pessoa souber acompanhar os blogs e sites certos. Por fim, vale lembrar que o juiz não esta preso a cumprir estritamente o que a lei prescreve, pra você ter uma idéia, o INSS já concede pensão por morte ao companheiro do contribuinte que falecera, ou seja, para o gigante das aposentadorias, a união estável entre pessoas do mesmo sexo já existe!

Agora alguns dados dos casais ditos normais, as ações de alimento e pedidos de prisão civil (por falta de pagamento da pensão) pululam Judiciário a fora, a lei Maria da Penha nada mais fez do que atestar os inúmeros casos de  violência doméstica que ficavam a ver navios diante da ineficácia dos mecanismos de defesa, os casos de estupro de crianças por parte de seus pais também multiplicam-se nos noticiários e então, vem um senhor no programa da Luciana Gimenez dizer que o tipo de relação que gera os conflitos acima descritos é o mais seguro para o desenvolvimento pleno da criança… A relação de duas pessoas, por serem do mesmo sexo, segundo aquele que deveria ser o guardião da sociedade, é anormal do ponto de vista da lei e não merece prosperar, não merece gerar frutos.

O que eu quis demonstrar é que não é a orientação sexual dos casais que vai determinar se eles serão bons pais ou não. Existem milhões de casais heteros exemplos-mor de como educar e dar carinho a um filho e existem outros milhões de casais heteros que são exemplos de “O Massacre da Serra Elétrica”. Não há como estabelcer paramêtros na definição do que é normal ou não nas relações humanas, o importante é o desenvolvimento da criança num ambiente saudável onde impere a educação e demais condutas boas que, sim, influem no desenvolvimento de qualquer pessoa.





Seios e advogados

9 02 2008

A advocacia e o sexo nunca foram muito amigos, nem são duas coisas aconselháveis para se andar junto. Profissionais de ambas as áreas tem uma mania intrínseca de fingir certas coisas que não deveriam ser fingidas em certos momentos, com um único objetivo: dinheiro. Agora coloque alguns advogados húngaros  num jantar formal e veja o que acontece. Exatamente, um advogado vai morder os seios de uma colega de trabalho sob o pretexto de que não gostou do peito de frango servido no jantar. É tão óbvio, não acha? O prefeito presente no jantar, confirmou ter sido o fato apenas uma brincadeira, mas a doutora não achou muita graça nos instintos caninos de seu colega, processou o indivíduo por assédio sexual. No Brasil, acho que a conduta do advogado se enquadraria como perturbação do pudor, uma contravençãozinha, nada mais. O problema seria uma indenização por danos morais (e materiais), o chamado “pedido sal”, mas com a velocidade da nossa Justiça, talvez seja uma boa idéia morder seios por aqui…








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